Nesta última quinta-feira de julho (30), uma polêmica surgiu entre os norte-americanos. A polêmica envolveu o presidente Obama e uma cerveja fabricada por uma ex-cervejaria americana (se é assim que podemos definir).
O encontro entre Obama, um sargento da polícia e um professor, envolvidos em outra polêmica que não vem ao caso, aconteceu no jardim da Casa Branca e contou com uma agradável "rodada" de cerveja, clássico (ou não) dos botecos brasileiros.
O que gerou toda a discussão foi a marca cerveja escolhida por Obama: Bud Light. Como vocês devem saber, a Anheuser-Busch produz a Budweiser e a Bud Light (as mais vendidas nos EUA). Tudo certo até então, um típico presidente americano (leia-se como um presidente completamente fora dos padrões americanos), recebendo típicos cidadãos americanos e apreciando uma típica cerveja americana (americana?). Errado! A Anheuser-Busch foi comprada pela belgo-brasileira ABInBev, consequentemente a cerveja que muita gente considera um (o) orgulho americano já não era mais americana (olha que ironia).
Poderiam, os norte-americanos e todo seu patriotismo, superar este episódio (trauma)? Bem, os mais tradicionalistas fazendeiros do Texas jamais poderão superar esta dor. Porém, o fato do popular presidente americano ter aparecido bebendo a cerveja (sem alcool) deve favorecer as vendas da Bud Light, segundo Al Ries, renomado profissional de Marketing e autor de diversos livros.
Carinhosamente conhecida como Bud, a cerveja que era norte-americana, escolhida por Obama, detém 22% do mercado de cervejas de lá. Apesar das críticas patrióticas quanto a nacionalidade da empresa fabricante da cerveja, os responsáveis pela imagem pública de Obama devem tê-lo sugerido a cerveja por sua popularidade entre a classe média (mas que genial).
Diante de toda essa polêmica, feliz da vida mesmo deve ter ficado o pessoal da Anheuser-Busch (ABInBev, sempre bom lembrar: belgo-brasileira) pela "forcinha" do presidente, o que com certeza foi pouco apreciado pela principal concorrente, a MillerCoors. O presidente da concorrente, Julian Green, afirmou que apesar da escolha, importante é o fato da indústria cervejeira estar presente num momento como este e, acredito eu, sem demonstrar tanta empolgação.
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O encontro entre Obama, um sargento da polícia e um professor, envolvidos em outra polêmica que não vem ao caso, aconteceu no jardim da Casa Branca e contou com uma agradável "rodada" de cerveja, clássico (ou não) dos botecos brasileiros.
O que gerou toda a discussão foi a marca cerveja escolhida por Obama: Bud Light. Como vocês devem saber, a Anheuser-Busch produz a Budweiser e a Bud Light (as mais vendidas nos EUA). Tudo certo até então, um típico presidente americano (leia-se como um presidente completamente fora dos padrões americanos), recebendo típicos cidadãos americanos e apreciando uma típica cerveja americana (americana?). Errado! A Anheuser-Busch foi comprada pela belgo-brasileira ABInBev, consequentemente a cerveja que muita gente considera um (o) orgulho americano já não era mais americana (olha que ironia).Poderiam, os norte-americanos e todo seu patriotismo, superar este episódio (trauma)? Bem, os mais tradicionalistas fazendeiros do Texas jamais poderão superar esta dor. Porém, o fato do popular presidente americano ter aparecido bebendo a cerveja (sem alcool) deve favorecer as vendas da Bud Light, segundo Al Ries, renomado profissional de Marketing e autor de diversos livros.
Carinhosamente conhecida como Bud, a cerveja que era norte-americana, escolhida por Obama, detém 22% do mercado de cervejas de lá. Apesar das críticas patrióticas quanto a nacionalidade da empresa fabricante da cerveja, os responsáveis pela imagem pública de Obama devem tê-lo sugerido a cerveja por sua popularidade entre a classe média (mas que genial).
Diante de toda essa polêmica, feliz da vida mesmo deve ter ficado o pessoal da Anheuser-Busch (ABInBev, sempre bom lembrar: belgo-brasileira) pela "forcinha" do presidente, o que com certeza foi pouco apreciado pela principal concorrente, a MillerCoors. O presidente da concorrente, Julian Green, afirmou que apesar da escolha, importante é o fato da indústria cervejeira estar presente num momento como este e, acredito eu, sem demonstrar tanta empolgação.