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quarta-feira, 31 de março de 2010

O Potencial do Marketing Esportivo

Nem novidade nem rodado no mundo, Marketing Esportivo é um conceito relativamente novo no Brasil, mas já originalmente vem da década de 70, importado dos EUA. O certo é que na Europa e EUA esta poderosa ferramenta de marketing já vem sendo utilizada por diversas empresas como alternativa para os saturados mercados de hoje em dia.
Mas o que é exatamente? Para compreender melhor, vamos imaginá-lo com duas abordagens: marketing do esporte e marketing através do esporte. O primeiro está ligado às atividades gerais de marketing de empresas do ramo de esportes com visão de mercado como qualquer outra empresa com fins lucrativos, já o segundo refere-se às empresas que utilizam os esportes como meio de promoção alternativo aos tradicionais.

As atividades ligadas ao marketing esportivo estão (finalmente!) sendo percebidas pelos clubes de futebol do Brasil não somente como captação de patrocinadores com suas respectivas marcas na camisa do time e em placas nos estádios, mas através de parcerias estratégicas. É claro, estas são as atividades clássicas que associamos às parcerias entre empresas de esportes e patrocinadores, mas as possibilidades de acordos empresariais podem envolver outros fatores, como por exemplo licenciamento da marca ou parcerias estratégicas de fortalecimento da marca.

Em Curitiba, graças a uma parceria com a empresa Tittãs Esportes, desenvolvo um trabalho pioneiro no basquete local e, neste formato, a nível nacional também. Com base em estudos de mercado, serão aplicados modelos de marketing esportivo utilizados nos EUA, aproveitando o aprimoramento da NBB (Novo Basquete Brasil) nos formatos da Liga Americana. É claro, são necessárias várias adaptações para as peculiaridades do mercado local, a cultura é outra, os consumidores são outros e as gerações são outras.

Para acompanhar as atividades desenvolvidas neste projeto, siga no Twitter: www.twitter.com/tittascuritiba

Conheça também a ONG e projetos de sustentabilidade mantidos:
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"Get rich or die tryin" - Tittãs Basketball

Já dizia o título do filme "Ficar rico ou morrer tentando". Seguindo essa linha de extrema determinação e foco nos objetivos, gostaria de destacar um projeto esportivo em Curitiba. O Tittãs Basketball, equipe liderada pelo técnico Roberto Souza, o Beto, é um exemplo vivo de como é essencial determinação e foco para alcançar resultados.

Vai aí, já de começo, uma importante dica: sejá lá qual for seu objetivo pessoal ou profissional "é essencial determinação e foco para alcançar resultados".

Vamos lá, conheço o time do Tittãs já há alguns anos, me lembro de uma oportunidade que tive de participar de um treino, na PUC-PR. Épocas de campeonatos locais de basquete de categorias de base, sub 15, sub 17, Liga Escolar, Copa da Prefeitura, Jogos da Primavera e por aí vai. Para muitos atletas, há o grande sonho de se tornar um jogador profissional, certas vezes é muita utopia o sonho da NBA (é utópico mesmo?), para outros é somente pelo prazer de jogar basquetebol. Alimentando estes sonhos, aparece o Beto, treinador das equipes do Tittãs, que possui um papel muito maior neste processo. Ele mesmo administra toda a equipe, desenvolve materiais gráficos para o site e banners, corre atrás de patrocinadores, cria projetos de inclusão social, camps e tudo mais o que imaginarmos ligado com marketing esportivo, relações públicas, etc.

Com muito esforço e dedicação, o projeto Tittãs Basketball segue crescendo e já tem registrado um trabalho com mais de 1000 atletas desde o início de suas atividades! Com um foco muito mais social do que capitalista, trata da inclusão de jovens de camadas mais baixas da população no esporte.

A nível social, está tudo ok, o projeto vai de vento em popa. Mas o projeto é mais ambicioso. Levar uma equipe adulta para campeonatos de maior repercussão, por que não a NBB? Encontrar empresas dispostas a patrocinar e apoiar o time é o grande problema, afinal estamos no país do futebol! Até que ponto isto é saudável para nós brasileiros? Ganha um doce quem responder.

Quase não há incentivos para esportes que não sejam o futebol. Em praças, o que não pode faltar é uma quadra de futebol de areia ou futsal. Tomamos como exemplo Curitiba, uma cidade rica em áreas de lazer e parques, é verdade que temos uma razoável quantidade de quadras de basquete, volei, pistas de skate, etc. Mas de que adianta isso se o nosso povo é, desculpe a expressão, "adestrado" para o futebol? Que fique claro que não sou contra o futebol, muito pelo contrário, apenas sou a favor da diversificação de esportes.

Faltam incentivos para clubes de basquete se instalarem e se desenvolverem profissionalmente aqui. Eu falo de um time a nível nacional, torcida lotando ginásio, bilheterias esgotadas, um espetáculo na quadra! Ginásio? Ah, lembra daquele que era do Rexona Voleibol, no Tarumã? Pois é, infelizmente eu tive o desgosto de passar por lá há algum tempo atrás e vê-lo abandonado e depredado. Só para constar, o Rexona foi para o Rio.

É claro que tudo gira em torno de um mercado potencial (dinheiro), incentivos e patrocínios ao esporte em geral, desconsidere para o futebol, são praticamente nulos. São vários os fatores: pouca visibilidade da mídia, pouco interesse governamental e, em consequência destes, não há interesse dos patrocinadores.

Em meio a este emaranhado de interesses e desinteresses, sobrevivem projetos como o Tittãs e o Lil Ballers, equipe de streetball que disputa campeonatos vinculados ao basquete de rua de Curitiba, diga-se de passagem que é um projeto bem estruturado e também vai conquistando seu espaço.

Vários momentos tenho insights e me pergunto como pode, neste mundo com mercados saturados, não abrirmos os olhos para oportunidades de novos nichos que clamam para serem atendidos! Olhos atentos a oportunidades de entrar e se posicionar no mercado, talvez este seja um dos melhores conselhos para uma empresa neste mundo globalizado, afinal, realmente só os fortes sobrevivem.

Conheçam melhor os projetos:
Lil Ballers: www.lilballers.com.br
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