sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Oportunidade para Free Lance

Publicitários ou Webdesigners para free lance, para desenvolvimento da comunicação visual completa na área de Marketing Esportivo. Desenvolvimento de campanha publicitária.

Interessados favor enviar Portfolio para: fabioportella00@gmail.com
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Artigo Científico - C.I.M.

COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING

Fábio Portella
Graduando de Marketing pela Faculdade OPET

RESUMO
Uma breve descrição dos conceitos de comunicação integrada de marketing, suas tradicionais formas de exposição pelos autores em paralelo com os novos meios. Este artigo tratará também do acelerado desenvolvimento de novas tecnologias e a mudança de valores por parte das novas gerações, além dos meios de comunicação que seguem no mesmo ritmo acelerado de mudança. Assim como aumenta a variedade de mídias disponíveis, aumentam os obstáculos para uma comunicação eficaz com o consumidor, e este por sua vez torna-se cada vez mais exigente, mais seletivo e menos disposto a absorver os tradicionais e muitas vezes antiquados meios utilizados pelas empresas. O artigo abordará como é imprescindível um sistema para a correta utilização de meios de comunicação, bem como a coerência entre suas informações.

PALAVRAS-CHAVE
Tecnologia, Comunicação, Mídias, Consumidor

ABSTRACT
A rapid description of the integrated comunication concepts, yours traditional forms of expositions by autors in conparation with the new Medias. This article speaks too of the accelerated new Technologies development and the values modification with the generations passage, also the media follow in the same rapid modification rhythm. So as increases the variety of available Medias, increase the obstacles to a efficient communication with the consumer. That consumer becomes more exigent, more selective, and less willing to acceptance of the traditional e sometimes old medias used by companies. The article speaks how are essential a system for the correct utilization of medias, as well as the coherence between their information.

KEYWORDS
Technology, Communication, Medias, Consumer

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

As novas tendências da tecnologia

Globalização? Alguém ainda fala sobre esse assunto? Já está mais do que claro que a nova revolução que estamos passando já tem outras ambições. Vivemos em um mundo onde o tempo é escasso e muitas pessoas não estão nem um pouco dispostas a perdê-lo com atividades pouco produtivas, assim como atrasos e informações imprecisas.

O mundo dos negócios é dinâmico e não dá espaço para atividades mal planejadas e que disperdiçam o valioso tempo. Assim caminham as novas tecnologias, depois da simplificação que outras gerações trouxeram, como as máquinas de escrever, computadores, notebooks, etc, estamos na era em que a mobilidade é a bola da vez. Como diz o professor Marcio JK: "a era da mobilezação".

São os dispositivos móveis que as pessoas com escassez de tempo procuram. Não há tempo de chegar no escritório para ler e-mails, eles são respondidos pelo iPhone durante um sinal vermelho na dispendiosa tarefa de enfrentar o trânsito dos dias de hoje. São respondidos durante o coffee break, durante a espera pela consulta médica, durante o almoço. Não há tempo a perder, um minuto perdido pode representar muito dinheiro não ganhado.

Recentemente a Apple lançou o iPad, o que deve vir para fechar a cova dos netbooks. A cada dia surgem novas tecnologias que soterram as que mal saíram e já serão substituídas. O mercado é dinâmico e cada vez mais os produtos tornam-se materiais "descartáveis". Mais do que qualquer coisa, o mantra da vez refere-se à praticidade, à agilidade que o produto lhe trará. Neste embalo a Apple emplaca dando grande ênfase ao seu design singular, qualidade de produto e muitas vezes com o status que a marca traz. Mas talvez o principal trunfo da Apple seja mesmo a praticidade e economia de tempo que proporciona, por ter um sistema operacional tão eficaz e hardwares de alta qualidade. Mas... que peculiar uma corporação como essa, repleta de pontos fortes exploráveis em seus produtos e marketing tão poderoso, rendida aos luxos do mercado atual.
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domingo, 31 de janeiro de 2010

De volta a labuta!

Depois de umas boas férias, é hora de voltar ao trabalho! Como o blog está bem desatualizado, aos poucos vamos organizando tudo por aqui. Peço desculpas aos que acessaram esperando conteúdo novo, mas estive muito ocupado nas últimas semanas... descansando e aproveitando as belezas da Ilha do Mel.

Logo teremos algumas novidades para este ano no blog, a ideia é mantê-lo atualizado diariamente. Logo isso será possível, não percam as esperanças!

Este mês [fevereiro] tudo deve voltar a funcionar, aguardem!
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domingo, 6 de dezembro de 2009

A música eletrônica curitibana!

Você curte um "tuch tuch"? Até algum tempo atrás eram raras as pessoas que tinham algum conhecimento sobre Música Eletrônica. Muitas referiam-se como "tuch", "tuch tuch", "tuntz" e outras que podem chegar a [incrivelmente] serem piores.

A verdade é que o cenário profissionalizou-se. Não é longa a história deste gênero como a de outros como o tradicional Rock and Roll, mas já começavam a surgir produções eletrônicas em épocas que poucos imaginaríamos. Podemos tomar como referência a história do dj no Brasil, que surgiu em meados dos anos 50, apresentados como as "Orquestras Invisíveis". Eram bailes onde não haviam mais as tradicionais orquestras e as pessoas ficavam curiosas por realmente não imaginarem de onde vinha o som, já que não viam os instrumentos, apareciam aí as primeiras pick ups no país!

Hoje, existem uma quantidade enorme de clubs voltados exclusivamente para a Música Eletrônica. Aliás, falar apenas "Música Eletrônica", deixamos o assunto muito aberto. São muitas as vertentes existentes, algumas produzidas apenas em determinados locais ou que levam nomes específicos dos locais onde surgiram. Basicamente definimos as quatro grandes vertentes: House, Techno, Trance e Drum and Bass.

Em Curitiba, são vários os clubs que atendem ao diversificado público, desde aqueles mais aficionados da música até aqueles que simplesmente querem se divertir e conhecer gente nova. Isso sem contar as festas do tipo "open air", realizadas geralmente em chácaras na Região Metropolitana. São mega produções que atraem milhares de pessoas num só evento.

Um exemplo destas festas ao ar livre é a Tribaltech, que funde a Música Eletrônica com outras formas de expressão artística e entretenimento urbano. São várias oficinas culturais durante o evento, que ao mesmo tempo abriga um parque de diversões, além de 3 ou 4 tendas com ambientes e Música Eletrônica para todos os gostos [nem todos, claro]. É um exemplo claro de como o comercial pode utilizar-se de ricas experiências culturais, fundidas e únicas.

Links:
Tribaltech: www.tribaltech.art.br
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Curitiba Antifumo!

A polêmica onda da proibição de fumar em ambientes fechados, que começou com São Paulo proibindo, agora entra em vigor em Curitiba a partir desta quinta-feira, 19. Várias cidades já haviam adotado a lei, mas a polêmica veio à mídia com a proibição em São Paulo.

Agora o impasse está no Rio, onde a SindRio (sindicato de hotéis e bares) entrou na justiça contra a medida e recebeu uma liminar para mais de 2000 estabelecimentos. Eles alegam que pelo fato de o Rio receber uma quantidade grande de turistas, a lei pode prejudicar a imagem da cidade e do povo, considerados receptivos.

Em Curitiba, muita gente considera a lei espetacular. Com certeza, muitos cidadãos saíram de suas casas e vibraram de alegria ao ver a placa "Proibido Fumar" instalada de 2 em 2 metros nos terminais de ônibus da cidade. Por outro lado, muitos donos de bares, pubs, baladas e outros espaços de eventos, entravam em estado de desespero. Eu mesmo me pergunto: e agora?

Como faremos agora, sair para algum bar curitibano e voltar com a roupa sem cheiro forte de fumaça impregnada? É claro, trata-se de uma ironia. Mas em nome da imparcialidade, questiono: por que radicalizar desta forma ao invés de buscar uma solução intermediária, com áreas para fumantes, mas que realmente sejam respeitadas e eficiente?

Já para os donos de bares e outros que trabalham no ramo de eventos, qual a solução? Até o momento, a única opção será esperar a reação do público curitibano ou então adotar alguma solução vanguardista eficaz que possa conciliar as partes, o que parece mais interessante e menos provável.

O que pensam as pessoas sobre a lei?

"Eu aprovo a campanha. Ninguém tem direito de prejudicar a saúde dos outros por um luxo do seu próprio vício. A responsabilidade de fazer acontecer a lei é dos proprietários dos estabelecimentos, mas acredito que terá um efeito positivo. Inclusive, aqui em Curitiba existem baladas que nas últimas semanas em que podiam fumar, quando o cliente ia pagar a conta, ganhava um cigarro com um papel lembrando que seria um dos ultimos cigarros fumados no local!" Aline Pinoti, estudante de Design e frequentedora de bares noturnos.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Como NÃO gerenciar uma empresa no século XXI

Durante dois meses tive a oportunidade de conhecer e analisar uma empresa do ramo de cartões de crédito com sede em Curitiba. Vamos chamá-la de XX, para preservar a imagem (mordo minha língua!!!).

Já havia me questionado a respeito daquele dado, do Sebrae, que diz que boa parte das novas empresas fecham suas portas ainda antes de completar 5 anos. A culpa é da crise? Da gripe A? Do fornecedor? Ou seria, por acaso, da incompetência dos gestores?

Agora vamos mudar um pouco os parâmetros. Supondo que a empresa já exista, seja lucrativa e ainda por cima a sua participação no mercado cresça, a situação é realmente cômoda e não há o que mudar, não acha? Sinceramente, eu ouso questionar. Afinal, onde estão os dados sobre a saúde financeira da empresa? As duas coisas precisam andar lado a lado, além de outros importantíssimos fatores administrativos.

Tratando especificamente da XX, podemos abordar um problema sério para a gestão de uma empresa de grande porte: a gestão familiar. Não vamos nos precipitar, pode ser que isso não represente um problema, a não ser que gere um "freio" para o desenvolvimento organizacional. No mercado atual, torna-se inviável uma empresa estagnada, onde os colaboradores são acomodados e robóticos, não representando absolutamente "ameaça" alguma aos cargos de supervisores e gerentes, que ocupam cargos mais altos e recebem promoções pelo TEMPO DE CASA! Compreendam, esta ameaça a que me refiro é no sentido saudável da palavra, de modo que nenhum funcionário da empresa fique acomodado na "zona de conforto". A viabilidade da empresa é temporária, este é um grande problema que é gerado a longo prazo e é um dos piores a serem admitidos e combatidos, simplesmente por afetarem o ego de seres humanos (que estão no poder, para piorar). Dizem que em time que está ganhando não se mexe, pura lenda de vendedor, tratamos aqui é de administração.

O (um) grande erro, que pode comprometer a empresa a longo prazo (ou médio), é o modo como se comporta o RH e os gestores de cada área. O modo da XX de promover seus colaboradores a partir do tempo de casa gera, automáticamente, a sensação de acomodação por parte do funcionário, afinal para que você vai dar duro e fazer alguma diferença na empresa se você não vai ser promovido ao menos que esteja há um bom tempo trabalhando lá? Sem mais hipocrisia, sabemos que toda atividade empresarial está ligado ao dinheiro, seja direta ou indiretamente. O colaborador quer isso. Reconhecimento e benefícios são adicionais que farão a diferença.

Os gerentes e diretores, por sua vez, vão continuar nos seus cargos por anos a fio. Vão conhecer a fundo a empresa e seus mecanismos, ponto. Empresa e mecanismos que já não serão aceitos pelo mercado cada vez mais dinâmico, a empresa torna-se uma peça inútil sem competitividade e aí sim a luz vermelha acende e o pessoal resolve desenvolver um plano para reestruturá-la. É um mal do ser humano não previnir e depois remediar, ao passo que a hipocrisia rege o inverso.

O tempo passará, mas há crenças que jamais serão descartadas. Acredito que o sábio Yin Yang chinês é uma delas, ainda que aplicado empresarialmente: equilíbrio.
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Com o pé na Europa

MADRID - Ainda me lembro bem do meu primeiro dia, uau! Era tudo diferente, estava deslumbrada pelas ruas que me contavam historias de grandes palácios. Caminhando percebia que entre a arquitetura de edifícios e prédios velhos carregavam-se vidas novas, eu respirava cultura e aos poucos, me dei conta do grande contraste da nova era em relaçao as antigas realezas espalhadas nas ruas. Definitivamente a experiência, a criaçao e o desenvolvimento da Europa é completamente diferente do Brasil, mas o que isso interfere de fato na populaçao? O que isso muda no cotidiano de cada pessoa atualmente? Confesso que a Espanha nao é o melhor exemplo de um país europeu, mas mesmo assim, a diferença é gritante!

“La crisis”, novembro de 2008, era só o que eu ouvia, era só o que eu lia… reclamaçoes, campanhas contra o desemprego, realmente com tantos imigrantes na Espanha os próprios espanhóis estavam desempregados. No entanto, com a ajuda do “paro” (um seguro desemprego muito eficaz) é cômodo nao trabalhar onde um mercado que produtos industrializados como pao (0,80€), suco (0,60€) , leite (0,70€), arroz-1kg (0,40€), sal-1kg (0,30€), ovos (0,90€), coca-cola (0,42€), pringles (2,00€), chocolate lindt (1,50€), nutella (1,90€), sao facilmente sustentados pelo “salário do desempregado”. Tecnologia entao, um “macbook” custa em volta de 700€, um notebook de 250 giga de memória 500€, uma televisao de plasma 400€, um carro popular novo 9.000€, comparando, esses preços definitivamente sao baratos em relaçao aos do Brasil. (Importante estar ciente que a moeda local dos trabalhadores é o euro nao sendo necessário a conversao em reais). Naturalmente, os cidadaos estao acostumados a viver com essa qualidade de vida, o que torna o padrao normal e claro, “ruim”.

Contra o desemprego o governo implantou projetos e incentivo para as pessoas promoverem suas próprias empresas e também, se o desempregado buscar, encontrara trabalhos com jornada de 8h/dia (garçom, vendedor) onde se ganha em torno de 1000€ ao mês. (famosos mileuristas - salário considerado mínimo para viver). (Importante levar em consideraçao a famosa “siesta” que é quando a grande maioria dos comércios fecham das 14:00h até as 17:00h para comer e depois “tirar uma sonequinha”). O fato é que se você tem documento europeu, há sempre alguma forma de “ganhar a vida” sem precisar assaltar ou roubar para isso, basta caminhar pelas ruas de madrugada com seu “iPhone” (que por sinal é de graça em algumas operadoras) para ver a tranquilidade e a segurança que se tem.

Problemas a Espanha tem vários. Na politica corrupçao, nas familias casos de assassinatos, nas ruas drogas, na televisao a partir das 22:00h filme pornô liberado, em muitos restaurantes se permite fumar em todos os ambientes. A populaçao espanhola reclama dos preços, da crise, do desemprego, da imigraçao, do metrô que demora 3 minutos para chegar, do trânsito que está um caos, do clima que nunca agrada…
No fim das contas eu pergunto:
-Brasil ou Espanha... e você, o que faz para melhorar?
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